Sábado, 9 de Abril de 2011

 

Consigo prever que nada fica, após uma traição.

As relações que antes eram entre duas pessoas, agora, abrem-se (literalmente) num leque ilimitado de pessoas.

Talvez agora passemos a relações a trois, ou mais. Fetiche de qualquer um, portanto!

Conseguimos aumentar o leque de relações e de experiência.

 E de amor. Amamos mais. Pelo menos em quantidade.

 

Quem nunca foi traído que atire a primeira pedra. Quem vive na inocência, que atire na mesma.

 

Tenho para mim, que nunca deveríamos ter assumido uma sociedade monogâmica, pois estamos sempre a infringir a lei moral desse catecismo!

Sei bem, que ninguém está capaz de assumir que a traição existe.

Seja ela, meus caros, física, emocional, psicológica (...)

E sabem o pior? Querem mesmo saber?

Cá vai, não se pasmem: a pior traição de todas, é aquela, que perpetuamos connosco mesmos!

 

Não precisam de se assumir em público, pois, é tanto mais bonito, mostrar uma vidinha feliz.. mas coloquem os sentidos no vosso coração.

Sintam-se imbecis - por tudo o que permitiram que alguém vos fizesse, por imaginem - amor.

Sim, cá estou eu, de novo, a falar em amor.

 

 

Não por falta dele.. mas porque em tempos, o vivi em excesso. E todos o vivemos dessa forma.

Estou de acordo. Afinal, é uma necessidade fisiológica, que associada, ao sexo, é uma das maravilhas do mundo.

Contudo, uma necessidade que não se supre apenas com uma pessoa. Que necessita de dar largas à imaginação e ao circulo de companheiros (as).

 

Confesso-vos que não acredito que as pessoas caiam em si, perante tal realidade, mas tentei, mais uma vez, exercer um serviço útil e público.

Tanto mais, poderia dizer.. mas fica para outro dia. Ou para outra vida.

Sejam felizes.


sinto-me
música Marco Paulo - Tenho dois amores

publicado por No Name às 19:25 | link do post | comentar | favorito

Domingo, 3 de Abril de 2011

Não, não estou a falar da Páscoa.

 

Apresento-vos os meus (novos) melhores amigos nocturnos.

 

 

 

 

Ao que cheguei...

 

Agradecimento ao Sr. Florentino da farmácia que me indicou esta arma contra os ruídos sonoros dos selvagens deste lugar.

 

 

Vizinho querido, a factura desta compra, está na sua caixa correio. Atentamente. Vizinha No Name.


sinto-me
música Nenhuma. Não ouvi nada.

publicado por No Name às 10:04 | link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

Sábado, 2 de Abril de 2011

Olá pequenos Zombis,

Descobri por estes dias, que as pessoas não precisam de dormir.

Nenhum ser Humano que se preze, perde horas de conversa e risinhos e momentos saltitantes em plenos saltos altos,para, ouçam bem dormir! Que piada!

 Ninguém no seu perfeito juizo tem necessidade de dormir... Muito menos durante as noites!

 Bem, pelo menos, é assim que a maioria dos meus compinchas de prédio pensam.

Que almas que admiro!Amo-os.

Os de cima (mesmo aqui por cima da minha casota),

que tanto estimo e até convido para o aniversário do meu cão,

têm hibernado dias a fio, sem sequer precisarem de se calar e abrir mão, ao silêncio tão desejado nestas noites.

Eles correm, saltam, riem, conversam efusivamente... chiam e chiam com as molinhas da cama.. horas a fio.

Minha gente, que energia invejável!

Eu, cá por baixo, choro.. de tristeza.

Porque também não durmo.

  Não consigo.

Estou demasiado impregnada na tristeza de os ouvir a se divertir de maneira tal..

....e eu, sozinha sem oportunidade de partilhar tamanha festa e emotividade!

Os olhos, esses teimam em fechar-se (malditos).

 Os ouvidos não deixam (atentos que só eles).

 Os poetas de cima, entoam palavras lindas de barulho, que o meu coração emprega como pronuncio de morte (breve).

Temo que por estes mesmos dias, as insónias provocadas em mim, por essas almas, me levem a remar pelo caminho escuro do FBI.

E eu que sou tão calma. Mas assim? Não poder partilhar estas festas.. transforma-me.

Digo mais: Transtorna-me.

Bati à porta, bati e bati...

 

e os

 

 Toc toc toc

 

Toc toc toc

 

Toc toc toc

 

Toc toc toc

 

 

.. não surtem resultados.

Ignoram-me.

Fingem que não existo.

Eu, reduzo-me à minha insignificância e mantenho os ouvidinhos despertos para pelo menos,

aproveitar os sons sonoros que as minhas paredes me permitem alcançar!

Vai daqui, um profundo agradecimento (a propósito das paredes), ao construtor destas casotas.

Profissional tal, que isolou, como "manda a sapatilha", muito bem tudinho isto, com palhinha nas paredes!

Amen! - As alminhas estejam com ele, onde estiver.

 

Até já!

 

 

Eu sei que ninguém teve este pensamento pecaminoso.. mas para evitar mal entendidos: os barulhos não se devem ao aspecto reprodutivo do ser humano! F***r, só se for a minha cabeça!

sinto-me
música De embalar

publicado por No Name às 04:25 | link do post | comentar | favorito

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